segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Não julgue um livro pela capa
"Não julgue um livro pela capa!"
Mas será que pomos isso em prática no nosso dia-a-dia?
Muita gente acha que sim, assim como há pessoas que reconhecem esse infortúnio defeito.
Esse ditado não serve apenas, especificamente, para livros. Podemos fazer uma alusão à vários outros aspectos.
E o que seria a capa do livro?
A capa é a beleza externa de uma pessoa, é a embalagem de um biscoito, é a parte exterior de um carro. A capa é isso, tudo o que vemos, a primeira coisa que vemos.
Podemos considerar que a "capa" é o aspecto visual. É o nosso primeiro contato com algo que estamos prestes a conhecer, não sabemos o que há dentro. A "capa" é obviamente a parte externa, é a primeira impressão.
Não podemos julgar nada pela forma sem antes conhecer o seu conteúdo, só tiramos a conclusão depois que chegamos onde queremos...
Pensamento não concluído.
Pipo Sotero
sábado, 4 de dezembro de 2010
O que fazer? O que dizer?
Você já se pegou num momento em que quis falar algo, mas não conseguiu? Um momento em que as palavras ficaram presas na ponta da língua? Talvez por falta de coragem ou com receios, ou quem sabe por cautela, afim de não se expor, machucar ou ofender alguém?
- Aposto que já!
E você sente remorsos por isso? Ou sente orgulho por achar que fez a coisa certa?
O engraçado é que, apesar de aparentarem ser simples, as palavras são capazes de machucar. Sempre falamos coisas de forma espontânea, sem pensar, muitas vezes isso não tem muita importância, mas há horas em que certas palavras podem mudar drasticamente uma determinada situação. Isso é mais uma das coisas do comportamento natural do ser humano, há horas em que não conseguimos controlar esse impulso, muitas das vezes devido ao clima e ao tipo de dialogo entre as pessoas.
Em momentos de raiva já é mais complicado controlar o que vai falar, devido ao nervosismo, a irritação e até a raiva. É quando surgem os palavrões, as agressões verbais e as ofensas...
Muitas vezes nos arrependemos de ter pronunciado certas palavras, como também há vezes em que disparamos essas palavras de forma proposital.
Então? O que fazer?
- Ficar calado?
O mais saudável seria pensar bem. Pensar em tudo antes de falar. Imaginar se aquela palavra que estamos prestes a pronunciar pode confortar ou ofender alguém. Tentar imaginar se o que vamos falar não pode nos enaltecer ou se virar contra nós.
Por que não pensar? Eu acho que evitaria varias decepções, varias desavenças, varias complicações.
Todos nós sabemos que tudo o que fazemos com consciência tem melhores conseqüências, as coisas fluem de forma mais suave mantendo assim uma harmonia entre todos.
Pipo Sotero
What do? What say?
- Bet now!
And you feel remorse for it? Or feel proud because I think he did the right thing?
The funny thing is that despite appearing to be simple, the words are capable of hurting. We always say things spontaneously, without thinking, sometimes it doesn't matter much, but there are times when certain words can dramatically change a situation. This is one of the things most of the natural of human behavior beings, there are times we can not control that impulse, often due to climate and the type of dialogue between people.
In moments of anger is already more difficult to control what's going to speak, due to nervousness, irritability and even anger. When there is the swearing, verbal attacks and insults ...
We often regret having pronounced certain words, but other times they shoot these words by design.
So? What to do?
- Remain silent?
What is healthier to think well. Think before you speak at all. Imagine if that word we're about to say may offend someone or comfort. Try to imagine if we can not speak in praise or turn against us.
Why do not you think? I think that would avoid many disappointments, many disagreements, many complications.
We all know that everything we do with consciousness has better consequences, things flow more smoothly thus maintaining harmony among all.
Pipo Sotero
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Um mundo melhor
É difícil imaginar um lugar assim, mas eu sei que ele existe na mente de muitas pessoas que se preocupam não só com seu bem estar, mas com o de todas as pessoas que nos rodeiam.
Já que muitos querem um mundo assim, um lugar tranqüilo para se viver sem se preocupar com o mal alheio, por quê que temos que viver presos dentro de nossas casas?
Assim como há diversas pessoas que querem em o bem, que disseminam a paz aos arredores do mundo, há também aquelas pessoas que só querem praticar o mal, fazer as pessoas sofrerem e que só ligam para seus próprios interesses, interesses esses, em muitas das vezes, materiais.
É por isso que o mundo é tão desigual e é por isso que há um contraste que assola e choca as mentes de quem tem vontade de ajudar, mas se sente desmotivado por pessoas dispostas a pisar em cima dos mais fracos, como se esses não tivessem uma vida.
Será que um dia vamos viver num mundo onde não se tenha diferenças, em que todos sejam iguais e que todas as pessoas possam desfrutar de alguma felicidade?
A better world
It's hard to imagine a place like this, but I know that it exists in the minds of many people who worry not only about their welfare, but with all the people around us.
Many people wants a world, a peaceful place to live without worrying about the sufferings of others, why do we have to live trapped inside our homes?
Just as there are many people who want to good, to spread peace around the world, there are also those people who just want to do evil, making people suffer and they only care about their own interests, these interests, many of Sometimes materials.
That is why the world is so unequal and that is why there is a contrast and shocks plaguing the minds of those who are willing to help but feel discouraged by people willing to trample the weak, as if they had not a life.
Will we one day live in a world where we do not have differences, where all are equal and that all people can enjoy some happiness?
Pipo sotero
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Isso não é uma forma de vida
Os sinos batem e os fiéis e até os infiéis fazem aquele típico sinal da cruz, pedindo para serem abençoados e libertos de todo o tipo de mal existente na face dessa agreste terra, pois sabem que o mal está até no chão em que se pisa, em cima de uma cobertura, no super-mercado, nos bancos, do outro lado da rua...
Pessoas correm, gritam, se desesperam e se jogam pelo chão na tentativa de escaparem das balas perdidas e insanas pelo peito de alguém inocente.
Nos céus ao invés de pássaros, o que se vê são os rastros das balas de um lado a outro, indo e vindo. Diversos calibres, diversos alvos espontâneos. Os estouros não são fogos de artifício e sim tiros, tiros, tiros, tiros, tiros e mais tiros, sem parar pelo dia a fora, pela noite a dentro.
As explosões não são de uma demonstração pirotécnica e sim das granadas, bombas de gás lacrimogêneo ou de efeito moral, para conquistar na tora a moral, se é que ainda existe moral. E nas ruas não sabe-se mais quem é o mocinho e a mocinha, o vilão e a vilã.
Poderia ser um privilégio viver dentro de um filme de ação, ou de terror onde as vitimas são escolhidas sem definição de talento ou capacitação, mas não, não é legal e nunca será enquanto pessoas inocentes estiverem expostas à vaidade dos ladrões de colarinho, com seus caríssimos ternos e gravatas...
E todos nós sabemos: Isso não é uma forma de vida.
Pipo Sotero
It´s no kind of life
People run, people scream, people get desperate and throw themselves on the floor in an attempt to escape the flying bullets and insane at the breast of someone innocent.
In the skies instead of birds, what you see are the traces of bullets from one side to another, coming and going. Various calibers, several targets spontaneous. The bursts are not fireworks, but shots, shots, shots, shots, shots and more shots without stopping for the day off, through the night.
The explosions are not a pyrotechnic demonstration, but grenades, tear gas bombs or moral effect bombs, to win the log morals, if they exist moral. And in the streets no more is known who the boy and girl, the villain and the villain.
Could be a privilege to live in an action movie or horror where the victims are chosen without definition of talent or training, but it's not legal and will never be as innocent people are exposed to the vanity of thieves collar, with its expensive suits and ties ...
And we know: This is no a kind of life
Pipo Sotero
