O que é o Coração?
Para muitos, é aquele órgão oco e musculoso que funciona como uma bomba hidráulica, bombeando cerca de 5 litros de sangue por todo o corpo humano em apenas 45s quando em repouso, num ciclo de 110 mil batidas diárias. É composto de duas cavidades, átrio e ventrículo, quais são separadas pelas valvas. Ele funciona de forma involuntária, 24 horas por dias sem um milésimo de segundo de descanso.
Seu desempenho varia de acordo as emoções e cuidados vivenciados e praticados por seu dono. À depender do nível de adrenalina liberada no sangue, ele dispara e bate com uma orquestra de tambores, como uma bateria de escola de samba, ou como o oloudum...
São essenciais para um bom redimento os cuidados para esse órgão que, apesar de aparência robusta, não passa de uma frágil e sensível parte do corpo humano.
A saúde física e emocional também são importantes para o bom funcionamento do mesmo, pois boas atitudes garante um bom rendimento de suas funcionalidades.
Mas enfim, são muitos termos técnicos para chegar á uma conclusão de que esse infeliz orgão parece ter vida própria, vontades e desejos independentes.
Cresce dentro de ti e domina aquele que é, por razão, dominante sobre ele: o Cérebro
Quando se trata de Coração, a Razão é um item obsoleto.
Coração é sinônimo de emoção e o Cérebro, de razão.
Razão x Emoção, depois de Bem x Mal, é a mais acirrada e sombria luta de que se se tem conhecimento na história da humanidade, batalha essa, questionada, reconhecida e muitas vezes contestada por grandes filósofos gregos e chineses.
Na maioria das vezes, quem vence é a Emoção, por mais que não haja lógica, mas eminência da Razão se faz inerte aos pés do seu nobre adversário.
A Razão é sábia, calma e madura, mas a Emoção é louca, avassaladora, como um animal faminto, voraz e sagaz, que cai com dentes e garras sobre o pescoço de sua preza num ataque súbito e mortal, tornando sua vítima submissa às suas ordens, um escravo dos seus desejos e loucuras. Coisa que a Razão não faria, se quer em sua maior revolta ou tormento.
É assim! O Coração é um ditador, soberano e potentado. As estátisticas comprovam que ao menos em um dia de sua vida, alguém em algum lugar do mundo sofrerá esses sintomas e fará coisas que em plena saúde mental se quer fantasiaria fazer.
Por mais que se assemelhe à um animal indomado, o Coração é Vital!
Afinal, sem ele, as mais lindas e encantadoras histórias e estórias de amor, os mais impressionantes e inesperados crimes passionais, jamais existiriam!
Então... Vida longa aos nosso Corações!
Pipo Sotero
sábado, 26 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Tanto
Tanto... Tanto esperei por uma luz, um caminho.
Caí! Levantei! Me feri! Sangrei!
E mesmo assim não coordenei meus passos
A insonia me compelia ao descompasso
E aos poucos eu me perdia no descaso
Envolto à minha fé, sem se quer perceber
Por petulância permaneci como um cego
E minha insolência fazia-me surdo
Eu não quis enxergar a trilha para a salvação
E me afoguei nas águas das amargas aventuras
Até que então encontrei você!
Pondo abaixo todos os meu conceitos
Esfregando em minha cara os meus preconceitos.
Estou morrendo agora!
Dando adeus ao antigo ser!
Eis que aqui, agora, vive um novo rumo
Caido aos teus pés, louco e insano
Alegre e sincero amante do seu ser!
Tão notório o sentimento que reluz nos meus olhos
Sei que pode observar o quanto eu te gosto
O tanto que te quero por perto
O músculo que pulsa em meu peito
Ostenta as mais nobres palavras de amor
Sim!
Tanto...
pipo sotero
Caí! Levantei! Me feri! Sangrei!
E mesmo assim não coordenei meus passos
A insonia me compelia ao descompasso
E aos poucos eu me perdia no descaso
Envolto à minha fé, sem se quer perceber
Por petulância permaneci como um cego
E minha insolência fazia-me surdo
Eu não quis enxergar a trilha para a salvação
E me afoguei nas águas das amargas aventuras
Até que então encontrei você!
Pondo abaixo todos os meu conceitos
Esfregando em minha cara os meus preconceitos.
Estou morrendo agora!
Dando adeus ao antigo ser!
Eis que aqui, agora, vive um novo rumo
Caido aos teus pés, louco e insano
Alegre e sincero amante do seu ser!
Tão notório o sentimento que reluz nos meus olhos
Sei que pode observar o quanto eu te gosto
O tanto que te quero por perto
O músculo que pulsa em meu peito
Ostenta as mais nobres palavras de amor
Sim!
Tanto...
pipo sotero
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Save Me - Muse
'Save Me' é décima música do álbum The 2nd Law. Escrita por Christopher Wolstenholme (baixo), a canção fala sobre vicíos pessoais tais como alcoolismo. Ele a descreveu como algo sobre "ter uma família, esposa e filhos que depois de tudo de ruim que você faz, no final você percebe que eles ainda estão lá e são os únicos que vão te ajudar".
Sobre a música Chris disse: "Eu achava que não iria cantá-la quando mostrei para os outros caras, mas eles abordaram e a aceitaram com uma mente muito aberta. Eles sentiram que aquilo poderia ser um grande passo para a banda."
Chris também disse que 'Save Me' é uma espécie de uma canção de amor, e que achava muito positiva, pois fala sobre busca de paz interior e estabilidade, encontrando-a através da pessoa que você ama.
Salve-me (tradução)
Salve-me de minhas superstições
Sobre a música Chris disse: "Eu achava que não iria cantá-la quando mostrei para os outros caras, mas eles abordaram e a aceitaram com uma mente muito aberta. Eles sentiram que aquilo poderia ser um grande passo para a banda."
Chris também disse que 'Save Me' é uma espécie de uma canção de amor, e que achava muito positiva, pois fala sobre busca de paz interior e estabilidade, encontrando-a através da pessoa que você ama.
Salve-me (tradução)
Salve-me de minhas superstições
Agora estou livre,
Desta velha condição
Espere só um pouco
E eu vou cumprimentá-la com um sorriso
Segure-me
Porque estou certo de que sou odiado
Promessas, elas são superestimadas
Espere só um pouco
Enquanto estou me afogando em negação
Transforma-me em alguém como você.
Encontre um lugar em que possamos ir.
Fuja e me leve com você.
Não desista, Eu preciso de seu resgate.
Observe-me
Porque estou em uma missão.
Me segure, para que eu seja obrigado a ouvir.
Não me deixe ir
Porque eu não sou nada sem você.
Transforma-me em algo como você
Encontre um lugar em que possamos ir
Fuja e me leve com você
Não desista, Eu preciso de seu resgate
Transforma-me em algo como você
Encontre um lugar em que possamos ir
Fuja e me leve com você
Não desista, Eu preciso de seu resgate.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Reinício
Deito na cama com a incerteza, de que, se acordarei ou não
Com dúvidas se estarei vivo ao amanhecer.
Criamos expectativas sobre o fim.
Ponto final.
Reticências...
Não sabemos se quer o que há de acontecer no segundo seguinte
Quem dera saber o que haverá nos dias que por vim estão
Por fim, deixe-me sonhar!
Para muitos: o FIM;
Para outros: a SALVAÇÃO;
Para mim: o REINÍCIO!!!
Não estou mais interessado em encarar as coisas de forma ríspida
Aprendi a enxergar o lado positivo de uma catástrofe
As lições que um ferimento ensina
O aprendizado que vem após a derrota
O que temer?
Por que temer o fim se não há mais como melhorar?
A luxúria e vaidade são tão grandes que impede-nos de enxergar
Que o legado é apenas ruínas, um navio de encontro à um ice-berg.
Mediante ao caos, perdidos numa odisseia exclusivamente "humana"
Afinal, o próprio ser fez questão de esquecer seus valores
Não por desleixo, mas sim pelo desejo, soberbia, ostentação
Pelo alarde ambicioso de ser aquilo o que jamais poderá ser: DEUS.
Enfim, que para muitos venha a destruição,
Mas que para outros, uma nova chance!!
Vamos recomeçar! Tentar seguir o caminho certo, dessa vez!
Ser o que nascemos para ser!
psotero
Com dúvidas se estarei vivo ao amanhecer.
Criamos expectativas sobre o fim.
Ponto final.
Reticências...
Não sabemos se quer o que há de acontecer no segundo seguinte
Quem dera saber o que haverá nos dias que por vim estão
Por fim, deixe-me sonhar!
Para muitos: o FIM;
Para outros: a SALVAÇÃO;
Para mim: o REINÍCIO!!!
Não estou mais interessado em encarar as coisas de forma ríspida
Aprendi a enxergar o lado positivo de uma catástrofe
As lições que um ferimento ensina
O aprendizado que vem após a derrota
O que temer?
Por que temer o fim se não há mais como melhorar?
A luxúria e vaidade são tão grandes que impede-nos de enxergar
Que o legado é apenas ruínas, um navio de encontro à um ice-berg.
Mediante ao caos, perdidos numa odisseia exclusivamente "humana"
Afinal, o próprio ser fez questão de esquecer seus valores
Não por desleixo, mas sim pelo desejo, soberbia, ostentação
Pelo alarde ambicioso de ser aquilo o que jamais poderá ser: DEUS.
Enfim, que para muitos venha a destruição,
Mas que para outros, uma nova chance!!
Vamos recomeçar! Tentar seguir o caminho certo, dessa vez!
Ser o que nascemos para ser!
psotero
domingo, 9 de dezembro de 2012
Apocaliptico
Vem à este solo toda sua fúria!
Oh, nobre universo!
Sobre nossas cabeças, faça desabar seus céus.
Destrua nossas mentes mórbidas,
Dos nossos peitos, arranque nossas corações!
Espalhe sobre esse solo, a tão tenra morte,
Tão jovial, alucinada, animada e enraivada
A vida em estado terminal, diante ao seu desfecho:
DESTRUIÇÃO
É o fim que nos rodeia!
És o fim de todo o luxo e vaidade
Podres valores humanos, infelizes seres
Que a este planeta amaldiçoaram
E como penitência, auto-declararam
A devastação do seu lar, a ruína do seu legado!
Caia sobre nós estrelas e meteoros
Explodam os sóis, subtamente, perturbador
Estilhacem as luas entre meteoritos...
Caos! Caos! Caos!
Sou filho do caos!
Catastrófico! Caustrofóbico!
Apocaliptico! Ímpobro!
Malevolente!
Com todo ódio e afeto...
Clamo pelo fim do mundo!
Oh, nobre universo!
Sobre nossas cabeças, faça desabar seus céus.
Destrua nossas mentes mórbidas,
Dos nossos peitos, arranque nossas corações!
Espalhe sobre esse solo, a tão tenra morte,
Tão jovial, alucinada, animada e enraivada
A vida em estado terminal, diante ao seu desfecho:
DESTRUIÇÃO
É o fim que nos rodeia!
És o fim de todo o luxo e vaidade
Podres valores humanos, infelizes seres
Que a este planeta amaldiçoaram
E como penitência, auto-declararam
A devastação do seu lar, a ruína do seu legado!
Caia sobre nós estrelas e meteoros
Explodam os sóis, subtamente, perturbador
Estilhacem as luas entre meteoritos...
Caos! Caos! Caos!
Sou filho do caos!
Catastrófico! Caustrofóbico!
Apocaliptico! Ímpobro!
Malevolente!
Com todo ódio e afeto...
Clamo pelo fim do mundo!
Marcadores:
apocalipse,
Apocaliptico,
catastrofe,
catastrofico,
destruição,
fim,
fim do mundo,
morte
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Pós guerra
O grande navio seguem direção ao horizonte
Neste mar obsoleto de águas turvas e podres
Afogam os sonhos dos seres que um dia aqui se banharam
Uma estrela imponente que brilhava nos céus
Brilha procedendo sua morte, tão breve morte
Não há mais nuvens, apenas fumaça e poeira
Esse é o triste cenário pós guerra
Onde foi necessário por em campo o Ódio e o Amor
Para ver quem das duas sobreviveria...
O Amor ainda resiste, mas é o Ódio que domina
Os 'corações' que ainda batem, pulsam sem Esperança...
Mas que palavra é essa? Tão pouco se usa...
Pois bem.. Coisas boas não existem por aqui...
O que nos resta é apenas esperar... Esperar
Talvez por algo fora do comum... Mas real
Por que todas as fantasias dos livros aventura,
Ficção e conto de fadas vinheram à realidade
E a nossa criatividade destruiu nossas vidas...
psotero
Neste mar obsoleto de águas turvas e podres
Afogam os sonhos dos seres que um dia aqui se banharam
Uma estrela imponente que brilhava nos céus
Brilha procedendo sua morte, tão breve morte
Não há mais nuvens, apenas fumaça e poeira
Esse é o triste cenário pós guerra
Onde foi necessário por em campo o Ódio e o Amor
Para ver quem das duas sobreviveria...
O Amor ainda resiste, mas é o Ódio que domina
Os 'corações' que ainda batem, pulsam sem Esperança...
Mas que palavra é essa? Tão pouco se usa...
Pois bem.. Coisas boas não existem por aqui...
O que nos resta é apenas esperar... Esperar
Talvez por algo fora do comum... Mas real
Por que todas as fantasias dos livros aventura,
Ficção e conto de fadas vinheram à realidade
E a nossa criatividade destruiu nossas vidas...
psotero
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Dor e Morte
Estamos envoltos às trevas
Os céus desabaram sobre nossa honra
O sol se quer mostra seu brilho
É o suspiro de uma lenta morte
O sofrimento desdobra sobre o solo
Há tempos esquecemos a dignidade
Pois essa é a cara da vida: agonizante
Vivemos na expectativa da morte
Esperando notícias impactantes
Será que é o fim do mundo?
Qual será o próximo?
E a próxima celebridade em óbito?
Quais doenças são essas?
Que praga é essa que vem do espaço?
Matamos e vivemos por boas novas,
Péssimas idéias e maus momentos
Para celebrarmos com champagne,
Festejar a mentira e a maldade...
Isso é a vida:
Apenas um composto de Dor e Morte!

psotero
Os céus desabaram sobre nossa honra
O sol se quer mostra seu brilho
É o suspiro de uma lenta morte
O sofrimento desdobra sobre o solo
Há tempos esquecemos a dignidade
Pois essa é a cara da vida: agonizante
Vivemos na expectativa da morte
Esperando notícias impactantes
Será que é o fim do mundo?
Qual será o próximo?
E a próxima celebridade em óbito?
Quais doenças são essas?
Que praga é essa que vem do espaço?
Matamos e vivemos por boas novas,
Péssimas idéias e maus momentos
Para celebrarmos com champagne,
Festejar a mentira e a maldade...
Isso é a vida:
Apenas um composto de Dor e Morte!

psotero
Marcadores:
apocalipse,
dor,
end,
fim,
fim do mundo,
morte,
trevas,
world
Assinar:
Postagens (Atom)



